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Segundo o IBGE, cresce número de familiares que cuidam de idosos no Brasil


Entre 2016 e 2019, o número de brasileiros que se dedicam ao cuidado de parentes com 60 anos ou mais subiu de 3,7 milhões para 5,1 milhões. O quantitativo do ano passado representa 10,5% das 49 milhões de pessoas que realizam cuidado de moradores.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD-C 2019) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa investiga atividades que são trabalho não remunerado e que não entram na conta do Produto Interno Bruto (PIB) do país, tais como afazeres domésticos, cuidado de pessoas, trabalho voluntário e produção para próprio consumo.

O levantamento aponta que há diferenças no percentual de pessoas que cuidam de idosos entre as cinco regiões do Brasil. Estados do Nordeste e do Norte dominam as primeiras posições do ranking nacional. Nas nove colocações iniciais, apenas o Rio de Janeiro aparece fora do eixo Norte-Nordeste.

Monitorar ou fazer companhia, auxiliar nos cuidados pessoais, transportar ou acompanhar até alguma localidade e auxiliar nas atividades educacionais predominam entre as atividades requeridas pelos idosos.

“De 2018 para 2019 aumentou o cuidado de idosos, chegando a 10,5%. As pessoas que realizaram cuidados o fizeram para pessoas de 60 anos ou mais de idade. A única faixa em que houve redução no período (2016-2019) foi o cuidado de crianças de 0 a 5 anos, que ficou em 49,2% das pessoas que realizaram algum tipo de atenção a esses pequenos”, destaca a analista do IBGE, Alessandra Scalioni Brito.


Entidades da Igreja Católica orientam fiéis para evitar transmissão do coronavírus em missas


Arquidioceses e dioceses da Igreja Católica no Brasil divulgaram no dia (27) e no dia (28/02) uma lista de medidas preventivas para evitar possíveis contágios do novo coronavírus durante missas e celebrações.

Entre as recomendações, há cuidados para os fiéis e os celebrantes das missas. Em nota divulgada pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Pastoral da Saúde destaca que é preciso primeiramente trabalhar a prevenção e divulgar, o máximo possível, informações importantes nas cartilhas da saúde sobre o vírus e as formas de contágio.

A CNBB explica que a responsabilidade de indicar as normas é de cada arquidiocese e diocese, que deve observar a realidade local e fazer suas recomendações. “Cabe, portanto, aos arcebispos e bispos orientarem seus sacerdotes, bem como aos fiéis observarem as regras de higiene compatíveis com o momento.”

Arquidioceses como as de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e João Pessoal pediram que a comunhão eucarística seja recebida nas mãos pelos fiéis, em vez de diretamente na boca.

O momento da oração do Pai Nosso, a mais importante do cristianismo, deve ser realizado sem o contato manual entre os fiéis. Tradicionalmente, esse é um momento das missas e celebrações em que as pessoas fazem a oração de mãos dadas.

Outra recomendação é evitar os abraços no momento da “Paz de Cristo”, substituindo o gesto por uma leve inclinação de cabeça.

Às paróquias sob sua liderança, a Arquidiocese do Rio pede ainda que haja recipientes de álcool gel acessíveis e que os celebrantes higienizem bem as mãos.

Dom Roberto Ferreira Paz, bispo referencial da Pastoral da Saúde, ressalta que é preciso passar as informações com objetividade para evitar pânico e surtos de irracionalidade.

Com apenas um caso confirmado em São Paulo até a tarde de ontem, o Brasil não vive um surto da virose. No balanço divulgado ontem pelo Ministério da Saúde, o país tinha 132 casos suspeitos sob monitoramento.

Para evitar que os números cresçam, o Ministério da Saúde recomenda cuidados como lavar sempre as mãos com água e sabonete por ao menos 20 segundos, e evitar levar as mãos não higienizadas aos olhos, nariz e, principalmente, à boca. Na ausência de água e sabonete, álcool em gel é uma opção para realizar essa higienização.

Superfícies tocadas com frequência também devem ser limpas e desinfetadas, e utensílios de uso pessoal, como toalhas, copos, talheres e travesseiros não devem ser compartilhados.

No momento de tossir ou espirrar, é recomendado o uso de um lenço de papel para cobrir boca e nariz, em vez de usar as mãos. Esse lenço deve ser descartado após o uso.

O ministério também explica que não há nenhum medicamento, chá, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo novo coronavírus.

Fonte: Agencia Brasil