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Bom Conselho: Informativo Secretaria de Saúde 20/09


Boletim deste domingo:

 Hoje temos:

03 casos confirmados

01 caso recuperados

Boletim Cidade de Terezinha/PE



De acordo com o Boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde de Terezinha temos 55 casos de Covid-19 confirmados em nosso município.
  
   *01 está em tratamento;
   *52 já foram recuperados;
   *02 óbitos registrados;
   *95 casos que estavam em investigação testaram negativo.

Fonte:
Secretaria Municipal de Saúde de Terezinha.

Especialista adverte: "Não nos livraremos das máscaras tão cedo"


Em entrevista à DW, virologista alemão que desenvolveu o primeiro teste de covid-19 do mundo fala sobre o fim da pandemia e as regiões que mais preocupam. E antecipa um inverno difícil para a Europa.A ação direta e decisiva da chanceler federal Angela Merkel logo no começo da epidemia no país foi um dos fatores para o controle da covid-19 na Alemanha, segundo o virologista Christian Drosten.

Em entrevista à DW, o especialista alemão, que desenvolveu o primeiro teste de diagnóstico do mundo do Sars-Cov-2, avalia a situação da pandemia no mundo e projeta até quando ainda as máscaras de proteção serão indispensáveis.

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DW: Por quanto tempo ainda vai persistir a pandemia causada pelo novo coronavírus? Christian Drosten: É muito difícil fazer previsões em nível global. Temos muitas situações diferentes e difíceis na Europa. O inverno não vai ser fácil. Teremos vacinas no ano que vem, mas penso que determinadas parcelas da população só poderão ser vacinadas no fim de 2021. Não nos livraremos das máscaras tão cedo. Pois, mesmo quando for iniciada a vacinação, a maioria da população ainda terá que usá-las. Em países como a Alemanha, onde há poucas infecções, não haverá uma imunidade ampla. Provavelmente também será assim nos demais países da Europa. Já para outras regiões, é difícil fazer previsões. Na África, por exemplo, o curso da doença parece ser menos grave. Isso pode se dever à estrutura demográfica, mas no momento estamos observando apenas os centros urbanos, onde vivem muitos jovens. Não sabemos como o vírus se comporta quando se propaga nas áreas rurais. Também não sabemos como está a epidemia lá no momento. Há dados indicando que as infecções estão diminuindo, mas não sabemos se podemos generalizar. É possível que a epidemia esteja diminuindo nas cidades, mas também pode ser que esteja apenas começando. Que regiões o preocupam mais? A Índia me preocupa mais no momento, porque lá a densidade populacional é alta e o vírus está se alastrando – eu não diria que de forma descontrolada, mas quase. Depois, é claro, áreas da América do Sul. Já falei da África, uma pequena incógnita no momento. Mas também me preocupa o Hemisfério Norte, às portas do inverno, e há regiões, inclusive na Europa, com pouco controle sobre o vírus. Países onde é baixa a confiança nas estruturas médicas e nos cuidados de saúde já estão entrando no outono com muitos casos de coronavírus. Creio que muitas nações, também na Europa, muito em breve deverão adotar medidas mais rigorosas. O senhor disse que provavelmente teremos que usar máscaras ainda por algum tempo. Quando poderemos abraçar novamente? Essa será uma questão muito regional. Portanto, não me surpreenderia se em algumas partes do mundo no próximo ano a população estiver imunizada. Isso significa que ela terá passado por uma epidemia que pode não parecer tão grave por causa de sua estrutura etária. Na África, por exemplo, poderia ser esse o caso. Eu gostaria de ver a população africana protegida por causa de seu perfil etário mais jovem. Em outras partes do mundo, onde a meta é evitar a transmissão generalizada do vírus e esperar pela vacina, podemos contar com o uso de máscaras até o fim de 2021. É impossível fazer previsões precisas, mas no ano que vem ainda estaremos usando máscaras. O professor Christian Drosten é diretor do Instituto de Virologia do hospital universitário Charité de Berlim. Em 2003, fez parte da equipe que descobriu o primeiro coronavírus, Sars. No início de 2020, desenvolveu o primeiro teste de diagnóstico do mundo do Sars-Cov-2. Desde o início da pandemia da covid-19, ele é considerado na Alemanha um dos principais especialistas no assunto.

Governo zera imposto de importação para vacinas contra a covid-19


O Camex (Comitê-executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior), que faz parte do Ministério da Economia, prorrogou para 30 de outubro a vigência da redução temporária, para zero, das alíquotas do imposto de importação para facilitar o combate da pandemia de covid-19. A vacina contra o vírus foi incluída nos itens beneficiados.

A extensão da medida, que ia até 30 de setembro, foi deliberada na 174ª Reunião do Comitê Executivo de Gestão, realizada de 11 a 14 de setembro.

A resolução, publicada no Diário Oficial desta 5ª feira (17.set.2020), foi assinada pelo Presidente do Comitê-Executivo de Gestão Substituto, Marcelo Pacheco dos Guaranys, e entra em vigor a partir de 6ª feira (17.set.2020).

Segundo o texto, terá imposto zero “vacina contra o Covid-19, não apresentadas em doses, nem acondicionadas para venda a retalho” e “vacina contra o Covid-19, apresentadas em doses ou acondicionadas para venda a retalho”.

Em 17 de março, o órgão zerou alíquotas de importações de vários produtos usados no combate da covid-19. Em 13 de julho, 37 remédios foram incluídos na lista, entre eles, a ivermectina, vermífugo que passou a ser usado para prevenir covid-19 sem evidências científicas de que funcione.

Leia a lista de produtos que passam a ter alíquota de importação zerada até 30 de outubro.

 

Covid-19: casos ficam estáveis e mortes apresentam leve queda

 

O Brasil registrou 304.684 casos de covid-19, no período de 9 a 15 de agosto (33ª semana epidemiológica), mostrando estabilidade em relação ao período anterior e estancando o movimento de queda iniciado há três semanas (29ª semana epidemiológica).https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1314235&o=nodehttps://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1314235&o=node

Já o número de mortes pela covid-19 caiu 2%. Foram 6.755 óbitos contra 6.914 no período anterior, segundo o novo Boletim Epidemiológico sobre a pandemia do novo coronavírus, divulgado hoje (19) pelo Ministério da Saúde. Na média diária nessas semanas, a queda foi de 988 para 965.

“Foi a segunda semana que tivemos média móvel menor do que mil [óbitos] por semana”, destacou o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo de Medeiros.

Recuperados

O boletim informou, ainda, que 75% das pessoas que foram diagnosticadas com o novo coronavírus desde o início da pandemia podem ser consideradas "recuperadas". São 2.554.179 pacientes que já não apresentam mais sintomas e apresentam diagnóstico negativo para covid-19.

Regiões e estados

O Boletim trouxe também as médias por regiões. “O Nordesteteve redução bastante significativa. A Região Norte com tendência de queda. Chama a atenção a Região Sudeste pela interiorização e as grandes capitais: Belo Horizonte, Rio e São Paulo, e uma estabilização na Região Centro-Oeste e aumento na Região Sul”, disse o secretário. Já na distribuição regional das mortes, houve leve queda no Sudeste, queda maior no Nordeste e no Norte e acréscimo sobretudo no Sul.

De acordo com o Boletim, em relação aos números de pessoas infectadas, seis estados tiveram acréscimo da última semana epidemiológica para esta, oito ficaram estáveis e 13 tiveram redução. Os maiores aumentos foram no Paraná (36%) e Mato Grosso do Sul (17%). Já as maiores quedas ocorreram no Acre (35%) e Rio Grande do Norte (30%).

No caso de falecimentos pela covid-19, nove unidades da federação tiveram mais registros do que na semana anterior, cinco ficaram estáveis e 13 experimentaram diminuição. As maiores elevações se deram no Paraná (34%) e Santa Catarina (31%) e os locais com variações negativas mais significativas foram Amapá (64%) e Pará (50%).

Já foram notificados diagnósticos em 98,9%de todas as cidades brasileiras, e mortes em 70,3% dos municípios. Após uma tendência de interiorização, os números de casos voltaram a crescer nas regiões metropolitanas, respondendo por 42% do total, contra 58% no interior. Quando consideradas as mortes, a presença está “quase empatada” (51% nas regiões metropolitanas e 49% nas cidades do interior).

*Agência Brasil

Empresas investirão R$100 mi em fábrica de vacina contra covid-19

A expectativa é que a fábrica da vacina, que está na fase 3 de testes em humanos, a última antes do registro, esteja pronta no início de 2021

A Fundação Lemann, empresas e outras entidades investirão R$ 100 milhões em uma fábrica no Brasil para produzir a potencial vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e pela farmacêutica AstraZeneca.

A fábrica será doada para a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), informou a entidade ligada ao bilionário Jorge Paulo Lemann, nesta sexta-feira (7).

A expectativa é que a fábrica da vacina, que está na fase 3 de testes em humanos, a última antes do registro, esteja pronta no início de 2021 e a capacidade de produção deverá ser de 30 milhões de doses por mês, segundo comunicado da fundação.

Parte do grupo também apoiará a construção de uma fábrica similar no Instituto Butantan, ligado ao governo do Estado de São Paulo.

A vacina de Oxford com a AstraZeneca está sendo testada em voluntários brasileiros, num estudo liderado pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e que conta com financiamento da Fundação Lemann.

Em comunicado, a entidade disse que o grupo - formado também por Ambev, Americanas, Itaú Unibanco, Stone, Instituto Votorantim, Fundação Brava e a Behring Family Foundation- investirá em adequações nas fábricas de Bio-Manguinhos, ligada à Fiocruz, com a aquisição dos equipamento necessários para absorção da tecnologia necessária à produção da vacina.

A unidade deverá ter a capacidade de produzir outras vacinas no futuro, incluindo novos imunizantes para a Covid-19 que vierem a ser aprovados, disse a fundação.

"Esperamos com essa iniciativa dar uma contribuição concreta para o nosso país, deixando um legado público para que milhões de brasileiros possam se beneficiar e também para que o Brasil esteja melhor posicionado e preparado no enfrentamento de outros desafios dessa natureza que possam surgir", disse Lemann, de acordo com a assessoria de imprensa da fundação.

Na quinta-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro assinou medida provisória que destina R$ 2 bilhões para assegurar a compra de 100 milhões de doses e posterior produção local da possível vacina.

Desse total, 522,1 milhões serão repassados para Bio-Manguinhos com o objetivo de ampliar a capacidade nacional de produção de vacinas e tecnologia disponível para a proteção da população. Ao mesmo tempo, 1,3 bilhão de reais será usado para despesas referentes a pagamentos previstos no contrato de encomenda tecnológica. Os valores também contemplam o processo de finalização da vacina.

O Butantan está testando em 9 mil voluntários no país uma potencial vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, num acordo que prevê também a transferência de tecnologia para produção local da vacina, caso sua eficácia seja comprovada em ensaios clínicos.

A expectativa do instituto paulista é de iniciar a produção do zero da vacina em meados do ano que vem a um custo de 130 milhões de reais a ser obtido junto a doadores. Até agora, há compromisso de doação de 96 milhões de reais, segundo o governo estadual.

Apesar das estimativas de autoridades para início da produção local tanto da vacina de Oxford quanto do imunizante da Sinovac, especialistas ouvidos pela Reuters colocaram em dúvida esse prazo..

Uma terceira candidata a vacina, desenvolvida em parceria da norte-americana Pfizer com a alemã BioNTech, também já está sendo testada no Brasil e uma quarta, da estatal chinesa Sinopharm, deverá começar a ser aplicada em voluntários em breve em uma parceria com o governo do Estado do Paraná.

Copyright © Thomson Reuters.

Penedo (AL) utiliza programa de inteligência artificial no enfrentamento à pandemia

Com o auxílio de um programa de inteligência artificial que complementa o atendimento a pacientes com doenças crônicas, o município de Penedo (AL) registra poucos casos da Covid-19. Até a última sexta-feira (24), a cidade contabilizava 466 confirmações e 9 óbitos em decorrência da doença, segundo a Secretaria de Saúde de Alagoas. 

Os gestores do município atribuem a baixa incidência do novo coronavírus a um programa de computador criado pela empresa público-privada PGS Medical, que estabelece estratégias a profissionais de saúde em relação aos cuidados que pessoas com doenças crônicas devem receber. Entre os exemplos dessas doenças estão a diabetes, hipertensão e obesidade.

Por meio da ferramenta, esses pacientes são monitorados a distância, ganham atendimento domiciliar, recebem medicamentos de rotina em casa, são orientados a realizar determinados exames, entre outros serviços. 

Os doentes crônicos integram o grupo de risco do novo coronavírus. Batizado de Programa Redenção, o projeto de atendimento multiprofissional a esses pacientes teve início em novembro do ano passado, antes da pandemia. Segundo o secretário de Saúde de Penedo, Marcos Beltrão, com o surgimento da Covid-19, o programa se mostrou ainda mais necessário. Ele afirma que as pessoas atendidas pelo projeto podem ser beneficiadas caso venham a ser diagnosticadas com o novo coronavírus. 

“Com os atendimentos regulares que já vêm ocorrendo antes mesmo da pandemia, há uma possibilidade muito menor do agravamento do novo coronavírus, até porque os pacientes têm contato frequente com uma equipe multiprofissional de saúde.”

Mais de dois mil pacientes são atendidos pelo programa, de acordo com a Prefeitura de Penedo. Todos os doentes crônicos são elegíveis para integrar o atendimento multiprofissional, independentemente da idade. Beltrão afirma que a ferramenta de inteligência artificial foi criada com o objetivo de orientar os profissionais de saúde em qualquer complicação que o paciente possa apresentar, o que inclui os sintomas do novo coronavírus. 

“Mas, num contexto geral, a gestão de saúde teve que fazer uma reestruturação de toda a rede, tanto a de atendimento como a de urgência e emergência”, disse o titular da pasta. 

Gestão

Desde quando foi implementado em Penedo, o programa proporcionou uma redução significativa no número de internações, segundo o presidente da PGS Medical, Wagner Marques. “O resultado do programa constou na redução de 90% do número de atendimentos de urgência nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA). Em seis trimestres também ocorreu a redução de 62% no número de internações.”

Incidência

Segundo o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde de Alagoas, o índice de incidência da Covid-19, em Penedo, é de 690 casos para cada 100 mil habitantes. No estado essa taxa é de três mil casos para cada 100 mil pessoas e, em todo o país, o índice é 1.027,7, segundo o Ministério da Saúde. Em todo o estado de Alagoas, já foram registrados 53.713 casos do novo coronavírus e 1.471 óbitos.

Fonte: Brasil 61