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» » » » Quando a vacina chinesa contra covid-19 ficará disponível no Brasil?

Vacina do laboratório Sinovac desenvolvida em parceria com o governo João Doria (PSDB-SP) foi aprovada para uso emergencial na China. Por que não aqui?


Um estudo divulgado pelo governo de São Paulo em relação à vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac com o Instituto Butantan contra o novo coronavírus apontou que, dos 50 mil voluntários testados na China, 94,7% não apresentaram efeitos colaterais graves — aqueles que apresentaram algum sintoma (5,36%) tiveram dor no local da aplicação, fadiga e febre.

No Brasil, 9.000 voluntários participam da última fase de testes clínicos em seis estados brasileiros. Se o cronograma do governo São Paulo for mantido, a expectativa é que o processo vá até outubro.

A Coronavac é baseada em um vírus inativado criado em laboratório pelos pesquisadores. Com esse tipo de vacina, a produção de anticorpos é estimulada pelo organismo humano, o que faz com que o indivíduo vacinado não sofra com quadros graves da doença. Segundo o Sinovac, cerca de 100 milhões de doses poderão ser fabricadas por ano.

Na China, por exemplo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou o uso emergencial da vacina, apesar de os testes clínicos ainda não terem sido finalizados e a eficácia real da proteção não ser totalmente conhecida. A conclusão dos estudos sobre a Coronavac devem ser divulgados somente em novembro deste ano.

Por que não no Brasil?

Para que uma vacina seja aprovada por aqui, é preciso que os resultados dos testes clínicos tenham bons resultados e mostrem que a vacina é eficaz contra a doença e não causa maiores transtornos, como efeitos colaterais graves.

Depois disso, ela precisa passar por uma aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) — para que o processo corra mais rápido, o estado de São Paulo pode pedir, assim como na China, uma aprovação emergencial. Já foi divulgado que o governo deve pedir uma aprovação quando a vacina se mostrar ao menos 50% eficaz em uma análise preliminar.

Segundo o governador de São Paulo, João Doria (PSDB-SP), a imunização poderia começar em dezembro com a aprovação do órgão regulatório.

A previsão é de que os 46 milhões de habitantes de São Paulo serão vacinados contra a covid-19 até fevereiro de 2021. Cerca de 60 milhões de doses poderão ser recebidas no estado.

Doria também afirmou recentemente que a Coronavac estará disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) já em janeiro de 2021. “Se os testes forem concluídos com bons resultados, ela já poderá ser produzida, mediante autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, na segunda quinzena do mês de novembro, ou nos primeiros dias de dezembro. Aí teríamos uma quantidade necessária para iniciar a imunização de brasileiros de todo o país no início de janeiro de 2021 pelo Sistema Único de Saúde“, disse ele em entrevista à Rádio Itatiaia. 

A vacina chinesa não será somente importada pelo governo paulista. Uma fábrica será construída em São Paulo, com previsão para que as obras sejam iniciadas em novembro deste ano, com capacidade de produzir até 120 milhões de doses da Coronavac.

O Brasil é o terceiro país mais afetado pela doença no mundo, atrás somente dos Estados Unidos e da Índia, com 4.732.309 casos e 141.741 mortes, segundo o monitoramento em tempo real da universidade americana Johns Hopkins.

Quem terá prioridade para tomar a vacina?

Nenhuma vacina contra a covid-19 foi aprovada ainda, mas os países estão correndo para entender melhor qual será a ordem de prioridade para a população uma vez que a proteção chegar ao mercado. Um grupo de especialistas nos Estados Unidos, por exemplo, divulgou em setembro uma lista de recomendações que podem dar uma luz a como deve acontecer a campanha de vacinação.

Segundo o relatório dos especialistas americanos (ainda em rascunho), na primeira fase deverão ser vacinados profissionais de alto risco na área da saúde, socorristas, depois pessoas de todas as idades com problemas prévios de saúde e condições que as coloquem em alto risco e idosos que morem em locais lotados.

Fonte: Exame

 

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