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» » » Pantanal sofre a maior devastação de sua história


Os incêndios que assolam o Pantanal há dois meses são os maiores da história. Dados do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) apontam que 15% do Pantanal foi consumido, uma área equivalente a 2,2 milhões de hectares, ou o território de Israel. Até meados de setembro, os satélites que que vigiam a região para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe, já detectaram 12.703 focos ativos de incêndio, que representam dezenas de frentes descontroladas de queimadas. São os maiores números da série histórica da instituição, iniciada em 1998.


Mais do que números, no entanto, os incêndios na maior planície alagada do mundo são uma tragédia devastadora para um dos biomas até então mais preservados do país, abrigo de animais extintos em outras regiões, como a onça-pintada. Importantes refúgios de fauna foram dizimados na ampla zona que fica no extremo oeste do Brasil, entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e as fronteiras da Bolívia, Argentina e Paraguai. Estão entre essas áreas o Parque Estadual Encontro das Águas, conhecido por ser morada da maior concentração de onças-pintadas do planeta, e a Terra Indígena Perigara, em Mato Grosso, e parte da Serra do Amolar, em Mato Grosso do Sul.


“Em situações de incêndio a resposta é de fuga. Os animais vão para todo o lado. Se os incêndios são focais é menos problemático para a fauna, mas em áreas multifocais, como o de agora, é mais grave. Quando vemos animais como onças-pintadas reagindo assim é que houve um dano”, diz a pesquisadora Dione Vênega da Conceição, professora do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). “Caso as áreas fiquem constantemente degradadas, a tendência é que as onças passem a circular cada vez mais por áreas urbanas”, diz.

Fonte: EL País

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