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» » Em 7 anos, sindicatos perdem 3,8 milhões de filiados, diz IBGE


De 2012 para 2019, os sindicatos perderam 3,8 milhões de filiados no Brasil, segundo dados da Pnad Contínua, divulgados nesta quarta-feira (26) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em 2019, das 94,6 milhões de pessoas ocupadas no país, 11,2% ou 10,6 milhões de profissionais eram associados a sindicatos. É a menor taxa de sindicalização desde o início da série histórica, em 2012. Naquele ano, 16,1% da população ocupada era sindicalizada ou 14,4 milhões de profissionais.

Na comparação do ano passado com 2018, quando a taxa de sindicalização ficou em 12,5% ou 11,5 milhões de pessoas, a redução é de cerca de 900 mil filiados. Segundo o IBGE, o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical pode ter influenciado na queda das taxas de 2018 e 2019. A regra mudou com a reforma trabalhista de 2017.

Segundo o IBGE, o grupo administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais reduziu sua população sindicalizada em 531 mil pessoas, a maior queda anual de toda série histórica. A taxa de sindicalização desse grupo ficou em 18,4%, e, pela primeira vez, foi inferior à taxa do grupo agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura. A indústria geral passou de 15,2% para 13,5% entre 2018 e 2019, o equivalente a 150 mil sindicalizados a menos.

Dados do IBGE mostram que no mesmo período, a população ocupada nessa atividade aumentou em 380 mil pessoas. O grupo comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, que é responsável por cerca de 18,9% da população ocupada, também registrou queda na taxa de sindicalização passando de 8,1% em 2018 para 7,4% em 2019. 

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