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» » » 7,8 milhões de brasileiros ainda sofrem com distancia de atendimento de alta complexidade

Conhecido por suas dimensões continentais, o Brasil tem que lidar com mais um desafio em meio à pandemia da Covid-19: a acessibilidade de boa parte da população aos serviços de saúde. Isso porque, mais de 7,8 milhões de brasileiros estão a pelo menos quatro horas de distância de um município que ofereça atendimento de alta complexidade. 

Esse nível de estrutura com Unidade de Terapia Intensiva (UTI), equipamentos e profissionais de saúde especializados são fundamentais para o tratamento de pacientes com doenças respiratórias graves, como a que é causada pelo novo coronavírus, além de outras enfermidades severas. Os dados fazem parte de uma Nota Técnica intitulada “Regiões e Redes Covid-19: Acesso aos serviços de saúde e fluxo de deslocamento de pacientes em busca de internação”, divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

Com base no último levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre as Regiões de Influências das Cidades (Regic) 2018, os pesquisadores da Fiocruz identificaram 316 municípios brasileiros que prestam atendimento de alta complexidade. Essas cidades são referências para os municípios menores. Ao que parece a quantidade não é suficiente para atender à população das regiões mais remotas, que acaba levando muito tempo para se deslocar em direção aos hospitais com mais estrutura.

Carla Pintas, especialista em Gestão das Políticas Públicas e Gestão dos Serviços de Saúde, explica que a dificuldade de acesso se potencializa durante a pandemia da Covid-19, pois uma parte das pessoas acaba, inevitavelmente, precisando de atendimento de alta complexidade. 

“A concentração de leitos de UTI se dá, basicamente, nos grandes centros, porque associado as unidades nós vamos precisar de outras modalidades, que muitas vezes não existem nas cidades pequenas. O impacto disso é importante na pandemia, porque o acesso da população começa a ficar limitado. O transporte pode demorar e isso pode pôr a vida do usuário em risco”, alerta. 

Fonte: Brasil 61 

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