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» » » » » Economia mundial vai diminuir mais de 3% este ano

A rua 42, em Manhattan, vazia no horário de pico.

A essas alturas é certo que as economias de todos os países estão menores. A previsão de queda dos EUA, principal potência econômica do mundo, será de mais 6% este ano. Na Alemanha é de menos 7%, na Itália de menos 9%. No Brasil, se prevê queda de até 10%. Mas a previsão de queda das economias não tem intimidado governantes na busca de uma solução capaz de conter a pandemia, maior crise da saúde desde a gripo espanhola em 1918.

Desde o início a discordância de um grupo menor de economista tem sido acerca dos mecanismos para proteger as pessoas e mantê-las em isolamento social. Isolamento que é, em si, um desafio para a muitos depois, a exemplo dos mais de 40 dias na maioria das cidades do Brasil.

Nos Estados Unidos até agora já são mais de 30 milhões de desempregados ou 20% da força de trabalho, índice próximo aos 25% da crise de 1929 quando houve quebra da bolsa de Nova York dando início ao que se chama de “Crash de 1929” (quebra). O pacote U$ 350 bilhões para proteção de empregos não chegou aos trabalhadores americano, ficando patente que as regras frouxas do governo americano possibilitaram às empresas a utilizarem os recursos em benefício próprio, enquanto demitiam seus empregados.

No outro lado do Atlântico, na Europa, as medidas foram noutro sentido, a maioria dos países da União Europeia reconheceram a obrigação do Estado de recompor as perdas salariais, tendo países que vedaram demissões enquanto durar a ajuda dos governos, a exemplo da Alemanha, Inglaterra, França e Portugal.

No Brasil, a ajuda aos trabalhadores foi a concessão de uma parte de seguro desemprego, limitado a R$ 903,00 por empregado, impondo redução de salários em todos os níveis e o abono de R$ 600,00 reais para os mais de 60 milhões de brasileiros que vivem na miséria, no país que é a 10ª economia do mundo. Esses benefícios quando comparados com os concedidos ao sistema financeiro, que recebeu ajuda de R$ 1,2 trilhão, ficam bem pequenos.

Da crise, o fato é que apenas presidentes de 4 países, incluindo o Brasil, dizem que é preciso condenar pessoas à contaminação e riscos de mortes para salvar a economia. O que há é quase o consenso que a saída da crise econômica será tão mais rápida quanto maior for o esforço para diminuir o impacto da doença e o tempo em isolamento, combinados com os impactos financeiros nas pessoas. Por isso, é que majoritariamente os economistas mundo afora aconselham medidas compensatórias para manter as pessoas em casa e possibilitar que na volta à normalidade das cidades todos possam novamente se reinserir na economia, tendo chances de voltar a reerguer seus negócios e finanças pessoais.


Francisco Alexandre - Piúta

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