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» » » » Dirigentes Lojistas pedem reabertura do comércio em Pernambuco


A Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas de Pernambuco (FCDL-PE) divulgou ontem uma nota em que apela para que o comércio no Estado seja reaberto. Os negócios estão fechados desde o último dia 20, por ordem do governador Paulo Câmara, como medida para evitar proliferação do coronavírus. Apesar do material enviado à imprensa, não foi destinado nenhum ofício ao Palácio do Campo das Princesas com a solicitação de reabertura. Nesta sexta-feira (27), o governador Paulo Câmara alfinetou os que pedem reabertura do comércio, dizendo que só pensam no próprio umbigo e não olham o povo".

No documento, a FCDL-PE pontua que o fechamento do comércio tem afetado a economia e arriscado a falência das empresas, que dependem de faturamento diário para seguir no mercado. A principal preocupação tem sido com o comércio no interior do Estado, como aquele que depende do polo de confecções.

"Reconhecemos e prezamos por todos os cuidados que precisam ser tomados por toda a população para a inibição do contágio do coronavírus, mas não podemos deixar de entender o estado de emergência econômica que está se estabelecendo no interior", alerta o presidente da FCDL-PE Eduardo Catão.

De acordo com a federação, cidades como Santa Cruz do Capibaribe, Gravatá, Lajedo, Petrolina, Bezerros e muitas outras tiveram queda de quase 100% na vendas. "O varejo formal não está vendendo nada. Com exceção de negócios de primeira necessidade, ninguém pode abrir. Então esse documento é a exposição de um sentimento das Câmaras de Dirigentes Lojistas", ressalta Catão.

O empresário e presidente da CDL Recife, Cid Lobo, afirma que do ponto de vista econômico, se pudesse reabrir amanhã, seria o ideal, mas defende esperar pelo dia 6 de abril, fim dos quinze dias de quarentena, para reabrir o comércio. "Podemos reabrir em horário especial, tomando mais medidas sanitárias, mas se esse prazo se entender será terrível", opina Lobo. Ele ainda completa: "Temos que pensar no bem-estar do funcionário, dos clientes, mas do ponto de vista econômico, o comércio fechado tem impactos são muito fortes", comenta.


Do JC Online

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