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» » » Cachoeira Santa Bárbara - um local de preservação ambiental


Fora do circuito tradicional de quem procura a Chapada dos Veadeiros, cachoeiras com águas cristalinas e a oportunidade de conhecer um território quilombola têm atraído turistas ao Engenho II, em Goiás. A comunidade faz parte do Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga, o maior quilombo do país.

A estrela do roteiro é a cachoeira Santa Bárbara. Com uma queda de 28 metros e cor azul turquesa, os turistas chegam a fazer fila para tirar foto no melhor ângulo da cachoeira - ainda que isso os faça perder parte da uma hora autorizada aos visitantes no local. A cor da água é resultado da formação de calcário do fundo da cachoeira. A hora mais desejada dos turistas no local é entre as 10h e 13h, quando a luz do sol incide na água, revelando todas as cores da cachoeira.


Por ser um local de preservação ambiental, além do tempo de permanência, a cachoeira recebe no máximo 300 turistas por dia.
Em outras cachoeiras, como Candaru e Capivara, não há tempo máximo de permanência, e o limite de visitantes diários sobe para 400.

O Engenho II é uma área do município de Cavalcante, distante quatro horas de carro de Brasília, pela BR-010. Do centro de Cavalcante, o turista percorre mais uma hora para chegar ao Centro de Atendimento ao Turista (CAT) do Engenho II.

Lá, é obrigatório contratar um guia cadastrado para acessar a rota das cachoeiras. Cada guia acompanha grupos de até seis pessoas. Para visitar duas cachoeiras, a diária do profissional sai R$ 100. Para ir em três, R$ 150.


Além da diária do guia, é preciso pagar pelo ingresso das cachoeiras. No CAT, a entrada da Santa Bárbara, a mais cara, custa R$ 20. Das 300 entradas entradas diárias, 100 são vendidas pela internet. Assim, o visitante evita ter que chegar muito cedo no CAT para garantir o ingresso.
As trilhas do roteiro das cachoeiras foram planejadas pelos kalungas para não causar estragos à natureza. Na caminhada até a Santa Bárbara, por exemplo, o trajeto mais curto seria seguir em linha reta, mas um trecho do percurso é feito em zigue-zague, para evitar a erosão do solo.

“O caminho é planejado para a preservação do Cerrado, das pessoas que aqui vivem. Porque tem pessoa que só vai vir aqui uma vez na vida, e a gente vai permanecer aqui a vida toda”, disse o guia ambiental Geovan dos Santos Moreira.

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