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» » » Democracia, democracia. Mais democracia.


Por: Piúta - Reafirmar e cobrar o compromisso com valores democráticos está na ordem do dia. Os exemplos de flertes com autoritarismo se somam em seguidas medidas e declarações de autoridades da República.

Os ataques à democracia começaram na campanha de Bolsonaro, ele mesmo sendo o patrocinador, empunhando armas, louvando e defendendo o uso indiscriminado de armas pela população e a eliminação de seus adversários. Um de seus filhos chegou ao absurdo de ameaçar o fechamento do STF, dizendo que para isso “bastaria um soldado e um cabo”.

O Presidente, desde a posse, não mede os ataques, nem poupa nas declarações absurdas. Os brasileiros nesse período ouviram ele dizer de própria voz que sabia onde estava o irmão do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, desaparecido durante a ditadura. Homenageou o torturador da ditadura militar, comandante Brilhante Ustra. Provocou todo o povo chileno ao fazer elogio à ditatura daquele país por ceifar a vida do pai de sua ex-presidente, Michele Bachelet, situação que rendeu a repulsa do mundo inteiro.

O ataque mais recente foi a declaração do filho, Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, afirmando que “Por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos...”. A condenação ao desatino foi unânime. A declaração seria um absurdo a mais, não fosse dada por um parlamentar, filho do Presidente, logo após pedir licença do cargo. É, ainda mais grave quando se sabe que ele é o porta-voz informal do próprio pai, sendo ele o responsável por divulgar nas redes sociais o pensamento da família.

Soma-se a tudo isso as imagens do filho e candidato a embaixador dos EUA, Eduardo Bolsonaro, dentro do hospital, ao lado do pai, com uma pistola à vista. Um abuso. O país não é, e não pode ser provocado, tampouco ser ameaçado por um clã que despreza os valores fundamentais que sustentam a República.

O país, felizmente, começa a acordar para o que representa o mandonismo dessa família que se instalou no poder. Políticos que de novo não têm nada, que representam o que há de mais atrasado, retrogrado e repugnante. Políticos que desprezam valores democráticos. Pesa ainda sobre toda a família a suspeita de convívio com milícias da cidade do Rio de Janeiro, onde fazem política há anos.

A escuridão dos porões dos regimes ditatoriais levou muitos brasileiros à morte e ao desaparecimento. Foram, portanto, tempos de trevas que a sociedade não deseja, que repulsa e condena. Pois, a democracia é um valor que não se pode relativizar e, para os que acham ser possível a convivência fora da democracia, resta o desprezo de todo o povo brasileiro.

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