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» » » Bolsonaro diz que vai incorporar Ministério do Trabalho a outra pasta


O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta quarta-feira, 7, que o Ministério do Trabalho será extinto, sem detalhar como ficará, e que o total de pastas deve chegar a 18. Bolsonaro também anunciou a primeira mulher na Esplanada – a ministra da Agricultura, a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS).

“O Ministério do Trabalho vai ser incorporado a algum ministério”, afirmou Bolsonaro ao deixar o Superior Tribunal de Justiça (STJ), após almoço com o presidente da Corte, ministro João Octávio de Noronha. Na terça-feira, 6, Ministério do Trabalho distribuiu uma nota à imprensa para destacar a necessidade e a importância da pasta. “O Ministério do Trabalho, que recebeu profundas melhorias nos últimos meses, é seguramente capaz de coordenar as forças produtivas no melhor caminho a ser trilhado pela nação brasileira, na efetivação do comando constitucional de buscar o pleno emprego e a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros”, diz um trecho da nota.

Uma das possibilidades defendidas pelo setor produtivo é que a pasta seja integrada ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), mas ainda não há definição.

Para CUT, acabar com Ministério do Trabalho seria uma tragédia

“Acabar com o Ministério do Trabalho seria uma tragédia”, diz o presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas. “Essa é uma forma de governar que evita mexer em estruturas que atendam aos interesses dos empresários, mas sacrifica os trabalhadores. O novo governo quer retirar direitos, criar bicos, não empregos.”

Freitas diz que, mesmo que as atribuições do MTE sejam repassadas para uma outra estrutura, é simbólico que o governo encerre sua representação dos direitos trabalhistas. As centrais – que planejam uma mobilização no fim do mês contra a reforma da Previdência – devem se reunir na segunda-feira, para discutir as medidas que estão sendo anunciadas pelo novo governo.

*Estadão

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