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» » » » COLUNA TRIBUNA LIVRE: COM JOSÉ ROBERTO PEREIRA

TRIBUNA LIVRE
Esquerda... Direita... Esquerda... Direita... Atenção brasileiros, sentido!!!
José Roberto Pereira

Reza a lenda que esta questão de esquerda, direita e centro foi para resolver a “bagunça” de um auditório lotado, durante o início da Revolução Francesa, onde todos queriam falar de uma só vez.
Gritou Robspierre, ao lado de Marat e Danton: “como as ideias estão divergentes nesta Moção, quem for a favor fique à minha direita, quem for contra, fique a minha esquerda, e os neutros fiquem ao centro”. No atual momento que vive a humanidade, com as redes sociais, esta questão de esquerda, direita, como ideologia política foi enterrada nos escombros do muro de Berlim. Aqui no nosso Brasil o povo só compreende o que é esquerda e direita quando passa em frente ao quartel e o sargento está dando aula de ordem unida:
“Atenção Pelotão!
Esquerda... direita...
Atenção! Sentido!
No Brasil o povo brasileiro pouco está se lixando para partido político com sua ideologia. Aqui, desde a época do império, que tivemos poucos partidos fortes. No Império o Partido Liberal e o Conservador. Na República Velha até 1930, os partidos eram regionais. Na República Nova até a década de cinquenta tínhamos o PTB, PCB, DSD e UDN. No período do “Coturno” havia a Arena e MDB. Hoje São 35 partidos legalizados com 75 na fila de espera. Se o brasileiro vibrasse com partido político o PCDoB, com quase 100 anos de história, estaria prestes a não cumprir a cláusula de barreira e ficar fora da mídia tão importante para o partido.
O que o povo quer é qualidade de vida, que os impostos sejam revertidos em melhor IDH. De Bom Conselho ao Himalaia o povo só deseja sua necessidade básica resolvida com melhor divisão de renda e equilíbrio social. O mais é conversa mole, pois o brasileiro não vota em partido, o brasileiro vota na pessoa, e na sua grande maioria vota por $$$, sendo o nosso voto talvez o mais caro dos países democráticos.
E você continua sabendo em quem votou para Deputado Estadual e Federal? 80% dos eleitores esquecem após 30 dias e depois ficam falando mal dos políticos. Para o brasileiro não importa se o lançamento veio da esquerda, da direita ou pelo centro, o que importa é o golaço da democracia.
Aproveito a oportunidade para agradecer o blog JB Notícias pela divulgação da nossa Coluna  Tribuna Livre. Amigos e amigas, neste dia 11 de novembro estamos completando 100 anos do final da Primeira grande Guerra Mundial que foi de 1914 até 1918. De um lado os aliados: Grã-Bretanha, França, Rússia, Itália e Estados Unidos. Do outro lado as Potências Centrais: Alemanha, Império Austro-Húngaro, Bulgária e o Império Turco-otomano. O interessante nesta guerra é que eram primos e descendentes da Rainha Vitória da Inglaterra. O Kaiser alemão, o Imperador Russo e o Rei da Inglaterra. O início da hostilidade foi o assassinato de herdeiro do trono austro-húngaro Francisco Ferdinando e sua esposa Sofia no dia 28 de junho de 1914 pelo terrorista de origem bósnia da Gavnilov Princip.
Como sempre o principal motivo foi o econômico. Não só na Europa como nas colônias. Mais de 65 milhões de soldados foram para frente de batalha, com 10 milhões de mortos e 20 milhões de feridos. A derrota da Alemanha e Potências Centrais foi assinado num vagão de trem na cidade de Compiàgne na França. Vinte e três anos após esta assinatura Adolf Hitler fez questão que a tomada da França pela Alemanha na 2ª Guerra Mundial fosse assinada no mesmo vagão e na mesma localidade.
Aproveito a oportunidade para parabenizar os 28 anos do Jovem Jornal A Gazeta. Parabéns aos manos Luiz Clério e Jadeval Duarte e a todos os colunistas, assinantes e leitores pela qualidade editorial do nosso jornal.



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