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» » Ensino médio: Secretários de Educação reclamam de mudanças nos critérios do Saeb


RIO - Secretários de Educação de alguns estados brasileiros divulgaram uma carta aberta na qual questionam o cálculo utilizado no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), cujos resultados foram divulgados na última quinta-feira. Eles argumentam que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) alterou dois importantes critérios de avaliação, distorcendo a realidade dos estudantes.

Um desses critérios foi a exclusão, no cálculo da nota de cada estado, das escolas com ensino médio integrado.

“A portaria nº 447 de 24 de maio de 2017 não previa exclusão, no cálculo do Saeb agregado por rede, dos estudantes do Curso Técnico Integrado (Ensino Médio Integrado), também conhecido em algumas redes como Escolas de Educação Profissional, modalidade essa que, em alguns estados, responde por mais de 15% da matrícula de toda a rede, representando milhares de estudantes que, sim, participaram do Saeb em suas respectivas escolas, em 2017”, afirma a carta.

“A retirada desta modalidade (...) traz o efeito negativo de não representar a realidade, pois despreza a política da oferta do ensino médio integrado à educação profissional, não a reconhecendo como legítima estratégia para melhorar os índices de aprendizagem”, continua o documento.

Outra reclamação dos secretários é que o peso da nota de cada aluno foi dado de acordo com o percentual de participação da turma na avaliação. “Desta forma, grosso modo, interpreta-se que o conjunto de estudantes presentes teria seus resultados replicados nos desempenhos de estudantes ausentes na avaliação”, diz a carta.

O documento destaca, ainda, que essas duas alterações foram descritas numa nota técnica do Inep datada de 29 de agosto, portanto apenas um dia antes da divulgação das notas.

“Fica claro que a adoção dos critérios citados, além de prejudicar alguns estados e municípios, distorce (...) a determinação de ampliar a participação de estudantes no exame e tornar a avaliação censitária e fiel ao desempenho das redes, e põe-nos à seguinte reflexão: qual o objetivo educacional do Inep ao mudar consideravelmente as normas de avaliação às vésperas de sua divulgação?”, alfinetam os secretários, na carta.

LEIA A NOTA DO MEC


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