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» » » Pronunciamento do secretário Luiz Henrique revolta professores em Bom Conselho


“Cada macaco no seu galho”. Já dizia o velho ditado. Pois bem, existem determinadas situações em que é melhor ficarmos calados, principalmente quando não entendemos ou não fazemos parte de determinada ou determinadas áreas da sociedade. Trocando em miúdos, aconteceu um fato um tanto desagradável tanto para a classe dos professores em greve no município de Bom Conselho, como para o lado da gestão municipal.

É de total conhecimento aqui na região a greve deflagrada pelo (SINTEMUB) Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Município de Bom Conselho desde o dia 03/04/2017. Cujo efeito tem deixado cerca de 10.000 alunos fora da sala de aula e uma categoria inteira de professores a reivindicar seus direitos conquistados sem nenhuma garantia até agora de que chegarão a um acordo.

No momento em que mais se exige bom senso e coerência nas palavras sabendo onde e quando usá-las, acontece uma infeliz intervenção por parte do Secretário de Obras e Infraestrutura da Prefeitura, departamento este alheio aos assuntos pertinentes à área de Educação municipal e usando o espaço que lhe foi concedido em um programa de rádio partindo em defesa do gestor municipal, falou que os professores já recebem 30% a mais do que o piso salarial estipulado pelo governo federal.

Segundo o secretário,
se os professores provarem que estão recebendo menos do que o que o governo federal manda, agente dá a mão a palmatória
Pelo lado dos professores, a representante da categoria e presidente do Sintemub, Valda Oliveira, usando do espaço fez o seu pronunciamento. A princípio ela citou que o secretário não entende dos trâmites legais da área educacional e que realmente o melhor posicionamento seria a secretaria de educação fazê-lo e não o Secretário de Obras
O secretário Luiz Henrique falhou na sua expressão quando disse que Bom Conselho já paga 30% a mais que o piso nacional. Ele não compreende que piso é para vencimento base. Os 30% que nós temos a 15 anos - e que não foi a gestão atual que contemplou com esta gratificação – já é de natureza incorporada nos nossos salários.
Destacou a professora Valda.
Nosso vencimento é o piso nacional, e este é o que estamos pedindo o reajuste. A gratificação é independente. E não é a gestão Dannilo Godoy que vai retirar este nosso direito. 
Quando ele coloca que a gente já ganha mais do que o piso, e com o nosso reajuste de 7,64% + os 30% de regência, nossa hora aula vai para 9,97 é verdade. Agora, mesmo com isso tem o recurso do governo federal que está garantindo esse reajuste de 9,94. Agora o que acontece, é que a administração numa questão pessoal e de medição de força não quer conceder.
Pontuou a professora.

Finalizando a professora afirmou:
Se agente volta, agente nem ganha o aumento e perde os outros direitos que adquirimos. 
Mães de alunos foram até uma rádio da cidade fazer um apelo ao Prefeito para que ele olhasse com carinho e analise com carinho esta situação por que os maiores prejudicados são os pais dos alunos e os alunos que estão perdendo aulas a mais de 30 dias.
Uma mãe falou que após terem procurado a Senhora promotora da Cidade, a mesma falou que não podia fazer nada pra resolver esse impasse. Uma mãe falou:
Ficamos decepcionadas, a única esperança que agente tinha era a promotora. Ela é a autoridade, seria a última que iríamos procurar. Mas ela disse simplesmente que tá de mãos atadas e que não pode fazer nada, por que já tinha mandado dois ofícios e não tinha tido resposta, então ela não tinha como obrigar ele a fazer nada.

RESUMINDO: Há 35 dias que as atividades estão paralisadas, aproximadamente 10 mil alunos da rede municipal, com a greve, estão sem aula. São mais de 400 profissionais que compõem a educação no município. Segundo a presidente do SINTEMUB, professora Edvalda Carvalho, já houve duas reuniões com o gestor do município mais sem sucesso, além de uma reunião com a secretária de educação Cibelly Cavalcante, também sem sucesso. Por sua vez a categoria juntamente com pais e alunos recorreu ao ministério público que se manifestou dizendo que nada podia fazer, pois é uma questão administrativa (lavou as mãos). Os professores seguem em greve, por tempo indeterminado. 

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