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» » POLÍCIA CIVIL DE ALAGOAS ENTRA EM GREVE A PARTIR DE HOJE


Policiais civis de Alagoas entraram em greve por tempo indeterminado a partir desta sexta-feira (24). De acordo com o sindicato da categoria, os policiais e o governador Renan Filho (PMDB) não chegaram a um acordo sobre o reajuste salarial.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol), Josimar Melo, disse que a última proposta apresentada pelo secretário de Planejamento e Gestão, Fabrício Marques Santos, segundo o Sindpol, foi de reajuste de piso salarial para janeiro de 2019, incluindo o reajuste geral aos servidores públicos, o que desagradou a categoria.

"O governo não respeitou as perdas salariais de quatro anos e sem o reajuste do piso salarial da categoria. Atualmente, os policiais civis alagoanos recebem o 3º pior salário do Brasil e também é o pior da segurança pública no Estado de Alagoas", afirma.

A Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio de Alagoas (Seplag) informou que, desde o início da atual gestão, o Estado tem se empenhado, por meio da Mesa de Negociação Permanente do Governo, a resolver os pleitos da categoria. Disse ainda que uma proposta de reajuste do piso salarial vêm sendo discutidas abertamente com os policiais civis desde 2016.

O presidente do sindicato disse que ainda nesta manhã a categoria vai se reunir com o governador Renan Filho onde será apresentada uma nova proposta.

"Após a reunião com o governador, os policiais farão uma assembleia para discutir se a proposta feita é favorável à categoria. Enquanto isso, serão mantidos 30% dos serviços, como manda a lei", diz.

De acordo com o sindicato, o governo do estado não fez o repasse do reajuste do piso salarial de 1,4% do IPCA de 2015 e de 10,48% de 2016, além do pagamento retroativo das progressões, bem como não reconhece o risco de vida dos policiais civis.

Além da correção salarial, a categoria cobra ainda a revisão do Plano de Cargos, Carreira e Subsídios (PCCS) com tratamento isonômico para os policiais civis do último concurso público, o pagamento do risco de vida e de insalubridade, o fim do desvio de função que é a custódia de preso e plano de saúde mantido pelo Estado.


G1

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