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» » Músicas de sofrência desvalorizam a mulher e incentivam a violência e o álcool', diz cantor Josildo Sá


A sofrência não é sentimento exclusivo da música atual. As desilusões, desamores e fossas são temas presentes na obra de Lupicínio Rodrigues - conhecido por ser o inventor da 'dor de cotovelo' - cantada muito antes de o termo existir.

Sobre a música atual, chamada de sofrência e divulgada por artistas como Pablo, Marília Mendonça, Simone e Simaria, entre outros, o cantor criticou a efemeridade das músicas. "As letras não condizem com o sentimento das pessoas. São feitas para que pegue rápido e de sucesso efêmero. Músicas que desvalorizam a mulher, incentivam a violência e o consumo de álcool", aponta.

Como analisa a dor de cotovelo na música atual?

Há um público para isso. Mas não é dor de cotovelo é dor no juízo e no corpo todo. Sou do tempo que brega era Carlos Alexandre, Bartô Galeno e outros. Hoje eles fazem músicas apelativas para sucesso rápido. As letras não condizem com o sentimento das pessoas. São feitas para que pegue rápido e de sucesso efêmero. Músicas que desvalorizam a mulher, incentivam a violência e o consumo de álcool. É uma realidade que vejo em festas dos interiores. A juventude curte porque não quer sentir, não quer ler. Hoje não se educa mais, não se dá valor aos sentimentos essenciais. Os jovens não param para ouvir boa música, entender a letra e curtir a emoção de verdade.

*Diário de Pernambuco

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